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Que venha Wimbledon!

Aros-Olimpicos“Yes, we créu!”, segundo eu soube, essa frase, que é uma paródia ao: “Yes, we can!” (“Sim, nós podemos!”) – lema da campanha de Obama à presidência dos Estados Unidos, foi a mais postada no twitter logo após o anúncio de que o Rio de Janeiro havia sido escolhido, pelo Comitê Olímpico Internacional, como a sede para as Olimpíadas de 2016, com direito a choro do nosso presidente e dos defensores de Madri/Espanha (que também concorria) que não se cansaram de reclamar, seria um bom momento para o Rei Juan Carlos dizer a célebre frase: “¿Por qué no te callas?”

Depois do Panamericano de 2007, os dois grandes eventos próximos só provam que o Brasil está se consolidando, cada vez mais, como um país desportivo, aliás, já temos mesmo a fama de “levarmos tudo na esportiva”, sejam os juros do cartão de crédito e do cheque especial, o aumento da energia, dos impostos ou mesmo do combustível, que teima em subir, mesmo com a revelação do tal do pré-sal, que, pelo pouco que li, é a maior fonte produtora de petróleo do mundo. Continuar lendo

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Mais uma vez, o mundo vai se acabar

granadaAcabei de ver a notícia, em letras garrafais: “O MUNDO VAI SE ACABAR”, embora isso já possa ser classificado como “lugar comum”, outra vez estava lá estampado, com data (2012), razões e tudo o mais que seria necessário para causar furor nos mais nervosos e, quem sabe, uma grande comoção e mobilização, tal qual quando divulgaram pelo rádio, nos idos de 1938, que os Marcianos estavam entre nós.

Não tenho dúvida que a coisa está indo de mal a pior, e da forma com que o ser humano tem tratado o planeta: poluição, crescimento desordenado, derrubada de florestas, e desenvolvimento de armas de destruição em massa, está tudo degringolando, pouco a pouco, e não precisa ser um grande alquimista para prever que, em algum lugar no futuro, tudo pode mesmo acabar de vez. Mas daí a dizer que vai ser agora, já chega a ser forçar a barra. Continuar lendo

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