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Esse frio que nos aquece

Dizem que os opostos se atraem, e olha… é a mais pura verdade.

Sou casado há 10 anos e nunca houve uma coisa em que eu e minha esposa discrepássemos mais do que o frio.

Eu sou do tipo calorento, e ela é exatamente o contrário.

Pra se ter uma ideia, enquanto ela dorme com pijama de flanela com mangas compridas, meias, protetor de orelhas, luvas de lã, 4 lençóis e um edredon importado do Alasca, eu prefiro dormir sem camisa e com o meu lençolzinho azul de estimação, que eu trouxe lá da casa de mainha, dos tempos em que era solteiro.

Certa vez fomos a Garanhuns para o Festival de Inverno que, para quem não conhece, são duas semanas de shows e espetáculos gratuitos, período de ocupação máxima de Hotéis, Pousadas e casas de conhecidos.

Na mais pura sorte, conseguimos alojamento de última hora, graças a uma desistência na reserva e, como era de se esperar, não tivemos escolha, ficamos no único quarto disponível. Bem, não era lá um 5 estrelas, mas não perderíamos a viagem.

Bolsas jogadas em cima da cama, era só tomar um banho, trocar de roupa e ir para a praça curtir um friozinho, tomar chocolate quente e acompanhar os shows. Continuar lendo

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Como agir em caso de guerra

Para quem não recorda, a Primeira Guerra Mundial teve início com o assassinato do herdeiro ao trono austro-húngaro, o Arquiduque Francisco Ferdinand (que deu o nome à banda “Franz Ferdinand”), enquanto visitava uma região que era disputada entre a Áustria e a Sérvia. Já a Segunda Grande Guerra, teve como estopim a invasão da Polônia pela Alemanha, que dava continuidade à sua expansão territorial, liderada por Hitler.

Todos os conflitos têm alguma motivação inicial bem definida, que deve ser alvo de estudos futuros, de modo a que não tornem a acontecer (a razão de ser do estudo de História), pena que essa lógica não funcione nos conflitos domésticos. Continuar lendo

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Macho é macho, e ponto final

Macho se barabeandoDepois de falar sobre algumas particularidades do universo feminino e ser devidamente notificado (via e-mail), de que fui considerado culpado, à revelia, e sentenciado a cumprir um período de 2 meses inteiros dormindo no Sofá, quando voltasse ao Brasil (embora meu advogado tenha garantido que, daqui pra lá, a pena estaria prescrita), resolvi mudar de foco e discorrer sobre o Mundo dos Homens.

Desde os primórdios que o Homem, enquanto pessoa do sexo masculino, foi reconhecido como um animal forte, astuto, perspicaz. Capaz de suportar as agruras e os perigos da caçada e das florestas pré-históricas com seus dinossauros e tudo o mais (e não me venham aqui com conjecturas e teorias da conspiração de que dinossauros e humanos não coexistiram! Eu já vi isso num filme e sei que é verdade!), para trazer o alimento para casa. Continuar lendo

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Bolsa de mulher, um universo desconhecido

Um dia desses, ou melhor, já faz tanto tempo que o certo seria dizer: um dia daqueles, estava passeando com minha esposa pelo Shopping, ela me pediu para carregar a bolsa dela um pouco. Eu como bom cavalheiro que sou, embora não tenha mesmo escutado o pedido nas 15 primeiras vezes, resolvi atender.

Peguei a bolsa e fui colocar a tiracolo, quase desloco meu ombro. Aquilo pesava demais. Sem querer parecer indelicado, ou fracote (um homem nunca deixa isso transparecer diante de uma mulher), e tampouco estava desejoso de ouvir aquele carinhoso: “Não quer carregar, me dê. Não serve pra ajudar ninguém mesmo…”, continuei naquela tarefa, que parecia mais um dos trabalhos do Hércules, até que paramos para almoçar e eu pude encostar aquilo de lado um pouco e, muito discretamente, iniciei uma sessão de alongamentos que aprendi nas primeiras aulas de Educação Física Militar (Ginástica Calistênica, depois procurem no professor Google, e vejam como é atual). Continuar lendo

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