Arquivo do mês: dezembro 2009

Blogueiro Substituto

Meus prezados leitores,

Depois de oito meses trabalhando longe de casa, em Janeiro estarei visitando o Brasil e revendo a família e os amigos. Como a saudade está acumulada (e a agenda lotadíssima, segundo eles…), não conseguirei cumprir com o compromisso de escrever e postar uma crônica nova todas as segundas-feiras. Sendo assim eu pensei em pedir a ajuda de vocês, a ideia é a seguinte:

Dia 04/01/2010 eu publico o primeiro texto do ano (já que só viajo para o Brasil no dia 08);

Estarei em “férias” do dia 08/01 ao dia 02/02, ou seja, temos quatro segundas-feiras nesse  intervalo, aí entra a participação de vocês: me enviem textos de autoria própria (de preferência inéditos e no estilo dos que são publicados no Blog) para o e-mail: aavs1976@gmail.com. Os que a comissão julgadora achar mais legais serão postados e o site continuará com a sua atualização semanal.

Peço-lhes que, no e-mail encaminhando o texto (digitado/colado no conteúdo, já que por questões de segurança eletrônica não abrirei anexos), coloquem uma pequena apresentação pessoal e expressem a autorização para que o mesmo seja publicado no nosso Blog.

Para cada segunda-feira, serão avaliados os textos recebidos até a sexta-feira anterior, podendo a publicação ser protelada para a semana seguinte, no caso de mais de um texto interessante.

Os textos serão publicados da maneira que forem escritos, não serão revisados ou corrigidos, para não interferir nas obras de cada um.

E aí? O que vocês acham da ideia?

Conto com a vossa colaboração e espero que continuem nos visitando.

Do Timor, com carinho,

Augusto Vilaça.

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Adeus ano velho, feliz ano novo!

Passado o dia 25 de dezembro, todos ainda devem estar comendo sanduíches de peru no café da manhã e no jantar e reaproveitando as demais sobras da ceia natalina no almoço. É o momento de nos prepararmos para mais uma rodada de festividades e para a entrada de um novo ano que, como todos sabem, só começa mesmo em fevereiro, depois do carnaval.

Também é inquestionável que o final de mais um ciclo de 365 dias vem sempre acompanhado por alguns clichês indispensáveis para, efetivamente, acreditarmos que o ano acabou e que teremos de prestar mais atenção ao preencher as datas nos cheques pré-datados.

O primeiro deles é aquele arrependimento generalizado. Todos resolvem perdoar o que, até o mês anterior, era imperdoável, mesmo que venham a se arrepender disso já no começo do ano seguinte. Ou seja, é um grandessíssimo círculo vicioso. Continuar lendo

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(Interlúdio) Quantas cores tem o arco-íris?

Abel Brito Chaves. Nasceu predestinado a viver sob regras. Tudo precisava ser certinho e equilibrado. Até mesmo seu nome, escolhido cuidadosamente: três palavras, iniciadas com A, B e C, tal e qual o alfabeto, e organizadas em conjuntos de letras numa progressão aritmética de razão 1 (4, 5 e 6).

Desde pequeno, só usava tons sóbrios nas roupas, sempre combinando. Mamadeiras com horas marcadas, 200ml, nem uma gotinha a mais, não adiantava espernear.

Estudou em colégio de freiras e depois em uma escola militar. Nunca levou sequer uma reclamação por estar com o uniforme em desalinho ou com as botas mal polidas. Aliás, sofria mais nas mãos dos colegas de turma que eram obrigados a seguir seu exemplo, como gritava o Tenente na revista matinal: “- Todos os coturnos devem estar polidos e brilhando como o do Cadete Brito! Quero ver meu rosto refletido neles!”. Continuar lendo

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Não adianta procurar…

…Não vai encontrar!

Quem não entendeu o post, fique tranquilo, o destinatário sabe que é com ele que estou falando. A “ele”, agradeço as visitas frequentes, tá aumentando as estatísticas do Blog.

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Cephalaea declino maritus

Outro dia, quando escrevi a crônica “Canja de galinha não faz mal a ninguém”, eu falava sobre alguns remédios e tratamentos que ficaram guardados na minha memória desde os tempos de criança. Já a história da medicina, associada a Hipócrates, remonta a tempos muito mais remotos e, como era de se esperar, tal e qual a humanidade, evoluiu enormemente. Se bem que, parafraseando Einsten, preciso dizer que não tenho tanta certeza quanto à humanidade, enfim…

Mesmo com toda a evolução nos campos de diagnósticos e tratamentos, há algo que, até hoje, continua sendo um grande mistério e, certamente, renderá muito mais reconhecimento a quem puder desvendá-lo do que a própria cura do câncer ou da AIDS: é a dor de cabeça feminina. Continuar lendo

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Queria ser o Capitão Nemo

Agora é sério! Decidi que quero morar no mar. Mas não é no sentido de ter uma casa na beira da praia, é lá no fundo, junto com os corais, algas, peixes, plânctons e tudo o mais que ali existe. A ideia pode parecer meio maluca, mas ouvi dizer que um tal de Julio Verne já pensava em algo parecido cento e tantos anos atrás.

Outra das atividades que eu só vim descobrir aqui do outro lado do mundo foi o mergulho e, pela forma como coisa está caminhando, sei que é paixão para o resto da vida.

Quem tem a chance de conhecer o fundo do mar se encanta com a beleza e a vida que lá se encontram. Plantas e animais que se relacionam perfeitamente, das mais diversas formas: se ajudando, aproveitando-se uns dos outros ou ainda cumprindo seus papéis de predador e presa. Não que isso a gente não veja em terra firme, especialmente os dois últimos casos, mas posso garantir que o equilíbrio é muito maior no ambiente subaquático, além do que, no caso de aproveitadores e predadores, não é opção deles ser assim, isso faz parte de sua natureza, já no caso dos seres humanos… Continuar lendo

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Um breve estudo hipocorístico

Não adianta! Apelido é algo que não consegue me tirar do sério. Desde quando eu era criança, passando pela crítica época da Academia Militar, de onde quase ninguém saiu ileso, que tentam. Dos mais idiotas aos mais criativos, nunca conseguiram colocar um que “assentasse” bem em mim. Já tentaram: Dandão (meu irmão, que tem síndrome de Down, quando era mais novo e tentava me chamar de grandão), alma branca, Zé Gotinha, criado com vó, Tricogaster* e até Papai Noel.

Na minha pouca experiência eu posso dizer que só há duas maneiras de rebatizar alguém, em definitivo, com uma alcunha: ou você olha para o indivíduo e não enxerga outra coisa senão aquela característica ressaltada no apelido, ou tem que contar com a indignação do sujeito que, como se diz lá nas bandas do nordeste, “pega ar” e quer partir pra briga. Como ainda não descobriram um que me fosse inegável, nem eu me irrito com a brincadeira, vou seguindo incólume. Continuar lendo

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