Arquivo do mês: setembro 2009

Um é pouco, dois é bom, mas assim é demais!

Dividir espaços não é uma tarefa simples. Cada um de nós tem seu jeito de ser e suas manias e reunir isso tudo num mesmo compartimento, por vezes, é bastante perigoso. No meu caso, posso dizer que sempre tive sorte nesse aspecto, seja na vez que morei com mais dois grandes amigos, quando escolhi a pessoa com quem casei, ou mesmo agora, quando me juntei a outros três brasileiros que trabalham comigo aqui no Timor, para dividirmos uma casa.

Em meu atual “lar doce lar”, convivo com um baiano que jura que é gaúcho (mas eu ainda acho que é argentino…), um paulista e um paraibano. São culturas, gostos e costumes bem diferentes, porém, manias e chatices à parte, a convivência tem sido não só suportável como também agradável. Continuar lendo

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É o seguinte:

Meus prezados amigos e leitores,

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a vocês por terem me acompanhado por todo esse tempo.

Bom, estou entrando em uma fase meio corrida ultimamente. No trabalho, perdemos alguns companheiros para outras seções e as tarefas deles tiveram que ser redistribuídas, ao mesmo tempo, estou participando de alguns cursos e isso tem consumido boa parte do meu dia.

Diante disso e como forma de assegurar que não estarei escrevendo qualquer porcaria (procuro escrever bobagens e maluquices, mas não porcarias) só para cumprir tabela, reduzirei as publicações para uma vez por semana, às segundas-feiras. Espero que me entendam e que continuem fiés ao Blog, pois vocês, meus caríssimos amigos e leitores, são a razão da existência deste site.

Aguardo todos aqui na próxima segunda!

Do Timor, com aquele carinho de sempre,

Gus

Díli, 24/09/09 

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Canja-de-galinha não faz mal a ninguém

Amanheci gripado esses dias, bom, para meu conforto, após me “consultar” pela internet, vi que os sintomas são de gripe comum, e não da famigerada H1N1, ou gripe suína.

Ainda que não seja a tal influenza, tão falada nos dias de hoje, a minha constipação há de ser tratada. O problema é que, com as constantes evoluções da medicina, eu nem sei mais como devo proceder. Se fosse nos meus tempos de criança e adolescência, era só tomar aqueles comprimidos efervescentes de vitamina C, alguns comprimidos de AAS (como a gente chamava a “Aspirina”) para a dor-de-cabeça ou febre, um lambedor de mel com limão e estava tudo certo, em dois dias a gripe tinha ido embora (e a gente voltava para a escola…). Continuar lendo

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Na terra dos cangurus

Depois de um breve afastamento, aqui estou, novamente, enchendo vocês com as minhas vivências aqui do outro lado do mundo.

Aos que não sabem, estive, juntamente com o colega paulista (ou será paulistano? Nunca sei ao certo) curtindo uns dias de folga na Austrália – terra dos coalas e cangurus, ah, e dos crocodilos, ou vocês não sabiam que o “Crocodilo Dundee” é australiano? O passeio foi bem legal, muito embora eu tenha voltado um tanto frustrado pelo fato de não termos visto um mísero canguru (ou kanguroo…) de verdade. Achamos os de plástico, de pelúcia, estátuas, pinturas… mas o bichinho mesmo, em carne e osso, necas… se bem que a carne nós até vimos (e comemos, muito gostosa e macia, por sinal), a venda nos supermercados. Continuar lendo

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Pausa

Pessoal, é o seguinte: estou na Austrália, dando uma relaxadinha e procurando cangurus, até agora, não vimos nenhum. Segunda eu estou voltando ao Timor, sendo assim, novos posts só na próxima quinta, ok? Niguém fica com raiva?

Da Austrália, com carinho,

Gus

Darwin, 09/09/09

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Servindo à Pátria – João Ubaldo Ribeiro

Sei que pensarão que é mentira minha, mas não é. Aconteceu aqui perto de casa mesmo, numa farmácia onde perguntei ao balconista a que feriadão um outro freguês tinha se referido.

– É o 7 de setembro, que vai cair na segunda-feira – informou ele.

– Ah, é verdade, tinha me esquecido.

– Eu também esqueço, mas esse é fácil de lembrar, é o descobrimento do Brasil.

– É o quê?

– Descobrimento do Brasil, Pedro Álvares Cabral.

– Vivendo e aprendendo – disse eu.

– Pois é – disse ele. Continuar lendo

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Aprendendo com ele

Liguei para casa e meu filho atendeu: “- Alô, pai!”, perguntei-lhe como sabia que era eu, já que, no telefone de casa, não temos identificador de chamadas, bem como, quando eu telefono do meu terminal aqui da ONU, aparecem tantos números estranhos que seria difícil associar a mim. Ele, com um ar superior, respondeu, básico: “- Eu sabia!”. Ah, tudo bem! Agora ele também é adivinho…

Se bem que eu não me surpreenderia, deixando um pouco de lado a modéstia, e como todo pai coruja, preciso dizer que ele é tão cheio de qualidades que eu não deixaria de acreditar que essa fosse mais uma. Continuar lendo

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