Hoje eu estava lendo as notícias do Brasil pela internet e uma coisa me intrigou: tava lá escrito que os paulistas se preparavam para o feriadão. Ainda que eu não consiga entender qual a graça em ter três dias livres seguidos e gastar dois deles presos em engarrafamentos, na ida e na volta, para um refúgio qualquer, seja na praia ou no campo, e quando finalmente chegam, nem têm tempo de desarrumar o carro e curtir o lugar, pois já está na hora de voltar, deixei isso de lado (cada louco com sua mania), parei e tentei me lembrar do que se tratava, até com certo desespero, já que nenhuma data conhecida me vinha à cabeça.
Comecei a pensar: “será que eu já estou tão desligado do Brasil assim?”. Com o auxílio do google eu descobri: dia 20 de novembro – dia da consciência negra. Já tinha ouvido falar sobre a sua importância e o que representava, mas não sabia que era feriado, mais um. Clique aqui e leia mais…
Que a internet é uma das maiores invenções da humanidade eu acho que ninguém discorda. Criada com fins militares e estrategistas, na década de 70, como forma de proteger o fluxo de informações durante a Guerra Fria, a grande rede foi crescendo e se popularizando. Primeiro alcançou os meios acadêmicos e de pesquisas, depois o comércio em larga escala e, por volta de 1990, foi disseminada para a população em geral.
Quando ele corria ao lado do Michael Schumacher, diziam que o Schumi, numa versão repaginada do Dick Vigarista, aquele da corrida maluca, tinha, no seu console de instrumentos, alguns botões que destruíam o carro do Rubinho. Era só apertar e BUM! Pode até ser uma ideia mirabolante, mas isso explicaria muitas “quebras” do brasileiro que foram importantes para os triunfos do alemão.
“Yes, we créu!”, segundo eu soube, essa frase, que é uma paródia ao: “Yes, we can!” (“Sim, nós podemos!”) – lema da campanha de Obama à presidência dos Estados Unidos, foi a mais postada no twitter logo após o anúncio de que o Rio de Janeiro havia sido escolhido, pelo Comitê Olímpico Internacional, como a sede para as Olimpíadas de 2016, com direito a choro do nosso presidente e dos defensores de Madri/Espanha (que também concorria) que não se cansaram de reclamar, seria um bom momento para o Rei Juan Carlos dizer a célebre frase: “¿Por qué no te callas?”
E Deus criou Adão e, da costela de Adão, criou Eva. Os dois se uniram e tiveram dois filhos: Caim e Abel. E Caim, por inveja, matou Abel. Depois do fratricídio, Caim foi marcado e condenado a vagar pela Terra por toda a eternidade e, onde chegasse, a ser reconhecido pelo que fez. Então que, andando por terras longínquas, encontrou uma mulher com quem casou e teve filhos e filhas. Fazendo um cálculo rápido, temos: Adão, Eva, Caim e Abel, tirando o Abel que morreu, sobram: Adão, Eva e Caim. Daí vem a pergunta: de onde veio a mulher com quem o Caim se casou? Muitos de vocês irão pensar, imediatamente: “ora, é filha de Adão e Eva também”, o que faz sentido, entretanto eu lhes digo, sem medo de errar, se, naquela época, já existissem advogados, eles, em defesa de Adão, contestariam o fato e iriam requerer à justiça um exame de DNA.


