E haja feriado!

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , em 23 Novembro 2009 por Augusto Vilaça

Hoje eu estava lendo as notícias do Brasil pela internet e uma coisa me intrigou: tava lá escrito que os paulistas se preparavam para o feriadão. Ainda que eu não consiga entender qual a graça em ter três dias livres seguidos e gastar dois deles presos em engarrafamentos, na ida e na volta, para um refúgio qualquer, seja na praia ou no campo, e quando finalmente chegam, nem têm tempo de desarrumar o carro e curtir o lugar, pois já está na hora de voltar, deixei isso de lado (cada louco com sua mania), parei e tentei me lembrar do que se tratava, até com certo desespero, já que nenhuma data conhecida me vinha à cabeça.

Comecei a pensar: “será que eu já estou tão desligado do Brasil assim?”. Com o auxílio do google eu descobri: dia 20 de novembro – dia da consciência negra. Já tinha ouvido falar sobre a sua importância e o que representava, mas não sabia que era feriado, mais um. Clique aqui e leia mais…

Vamos uniformizar a coisa

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , , , , , , em 16 Novembro 2009 por Augusto Vilaça

No início dos anos 80, estudei numa escolinha em Palmares, interior de Pernambuco, chamada Instituto Peter Pan. Não me lembro da professora e tampouco dos colegas de sala, também não faço ideia se o educandário ainda existe, mas recordo, perfeitamente, da fardinha que usávamos, composta de uma bermuda verde musgo e uma camisa de botão xadrez em verde claro e branco.

De lá pra cá eu estudei em vários locais diferentes, passando da educação infantil até o ensino superior, seja na Academia de Polícia Militar ou na faculdade, e uma coisa sempre me acompanhou: a existência e obrigação de usar fardamento. Se bem que, na universidade não era exigido, entretanto, como eu já era policial, devido aos meus horários, acabava sempre saindo do quartel e indo direto, de farda mesmo… Clique aqui e leia mais…

WW o quê mesmo?

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , em 9 Novembro 2009 por Augusto Vilaça

internetQue a internet é uma das maiores invenções da humanidade eu acho que ninguém discorda. Criada com fins militares e estrategistas, na década de 70, como forma de proteger o fluxo de informações durante a Guerra Fria, a grande rede foi crescendo e se popularizando. Primeiro alcançou os meios acadêmicos e de pesquisas, depois o comércio em larga escala e, por volta de 1990, foi disseminada para a população em geral.

Sou usuário (para não dizer: viciado) da internet desde os tempos das chamadas BBS (Bulletin Board System), que era nada mais que uma tela toda preta, cheia de letras coloridas, onde se podia conversar e trocar arquivos com quem mais estivesse online. Embora alguns de vocês possam não fazer ideia do que eu estou falando, muitos devem se lembrar perfeitamente. Clique aqui e leia mais…

Vai uma auto-ajudinha aí?

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , em 2 Novembro 2009 por Augusto Vilaça

Hoje, abri a carteira e não tinha um único centavo. Não foi a primeira vez em que isso me aconteceu, e é provável que já tenha ocorrido com algum de vocês também. Talvez motivado pelas notícias da crise mundial, as oscilações das bolsas e a grande desvalorização do dólar em relação ao real, me veio à cabeça aquela velha e mentirosa máxima (perdoem-me aqueles que concordam com ela): “o dinheiro não traz felicidade”.

Não sei se já se aperceberam disso, entretanto os grandes defensores e disseminadores de tamanha lorota são, exatamente, os que já estão tão cheios de recursos monetários, que quanto maior lhes é a fortuna, mais trabalho eles têm para contá-la e decidir como gastá-la, e isso pode parecer algo penoso e desagradável. Queria vê-los convencerem alguém, que não tem nada do que eles têm, a lhes dar razão. Clique aqui e leia mais…

E ele não conseguiu, de novo…

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , , em 26 Outubro 2009 por Augusto Vilaça

Ah, não! Assim já é demais! Nosso Macunaíma – o anti-herói brasileiro, dos dias atuais, também conhecido como Rubinho Barrichello, conseguiu, ou melhor, não conseguiu de novo. Se houvesse um lugar no Guinness Book para as pessoas com mais tentativas falhas de ser campeão mundial de automobilismo, com certeza seria o nome dele que estaria lá. Qual foi a desculpa dessa vez? O erro na tática da equipe? Eu pergunto: a equipe não é a mesma? Por que só erra com ele?

DickQuando ele corria ao lado do Michael Schumacher, diziam que o Schumi, numa versão repaginada do Dick Vigarista, aquele da corrida maluca, tinha, no seu console de instrumentos, alguns botões que destruíam o carro do Rubinho. Era só apertar e BUM! Pode até ser uma ideia mirabolante, mas isso explicaria muitas “quebras” do brasileiro que foram importantes para os triunfos do alemão. Clique aqui e leia mais…

Abrindo o jogo

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , em 19 Outubro 2009 por Augusto Vilaça

A teimosia é uma das características do ser humano. Ela é responsável por ter feito o Homo neanderthalensis evoluir e superar as necessidades e dificuldades que o cercavam e o separavam de seu xará evolutivo Homo sapiens sapiens.

Até me arrisco a dizer que: a teimosia agregada ao desafio é capaz de impulsionar o homem a coisas maravilhosas (e outras nem tanto, eu reconheço), como, por exemplo, a criação do abridor de latas, que foi inventado, aproximadamente, seis meses depois do primeiro cinto de castidade. Clique aqui e leia mais…

Que venha Wimbledon!

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , , em 12 Outubro 2009 por Augusto Vilaça

Aros-Olimpicos“Yes, we créu!”, segundo eu soube, essa frase, que é uma paródia ao: “Yes, we can!” (“Sim, nós podemos!”) – lema da campanha de Obama à presidência dos Estados Unidos, foi a mais postada no twitter logo após o anúncio de que o Rio de Janeiro havia sido escolhido, pelo Comitê Olímpico Internacional, como a sede para as Olimpíadas de 2016, com direito a choro do nosso presidente e dos defensores de Madri/Espanha (que também concorria) que não se cansaram de reclamar, seria um bom momento para o Rei Juan Carlos dizer a célebre frase: “¿Por qué no te callas?”

Depois do Panamericano de 2007, os dois grandes eventos próximos só provam que o Brasil está se consolidando, cada vez mais, como um país desportivo, aliás, já temos mesmo a fama de “levarmos tudo na esportiva”, sejam os juros do cartão de crédito e do cheque especial, o aumento da energia, dos impostos ou mesmo do combustível, que teima em subir, mesmo com a revelação do tal do pré-sal, que, pelo pouco que li, é a maior fonte produtora de petróleo do mundo. Clique aqui e leia mais…

Os filhos da mãe

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , , em 5 Outubro 2009 por Augusto Vilaça

costela de adãoE Deus criou Adão e, da costela de Adão, criou Eva. Os dois se uniram e tiveram dois filhos: Caim e Abel. E Caim, por inveja, matou Abel. Depois do fratricídio, Caim foi marcado e condenado a vagar pela Terra por toda a eternidade e, onde chegasse, a ser reconhecido pelo que fez. Então que, andando por terras longínquas, encontrou uma mulher com quem casou e teve filhos e filhas. Fazendo um cálculo rápido, temos: Adão, Eva, Caim e Abel, tirando o Abel que morreu, sobram: Adão, Eva e Caim. Daí vem a pergunta: de onde veio a mulher com quem o Caim se casou? Muitos de vocês irão pensar, imediatamente: “ora, é filha de Adão e Eva também”, o que faz sentido, entretanto eu lhes digo, sem medo de errar, se, naquela época, já existissem advogados, eles, em defesa de Adão, contestariam o fato e iriam requerer à justiça um exame de DNA.

O homem sempre quis saber “de onde” veio. Se realmente de Adão e Eva, dos organismos coacervados – base da teoria evolucionista, ou ainda se é originário de civilizações extraterrestres. Por outro lado, saber “de quem” veio, nem sempre foi uma preocupação tão grande, a não ser quando passou a gerar direitos e expectativas de um atalho para fama e fortuna. Clique aqui e leia mais…

Um é pouco, dois é bom, mas assim é demais!

Postado em Crônicas do GUS com as tags , , , , , , , , em 28 Setembro 2009 por Augusto Vilaça

Dividir espaços não é uma tarefa simples. Cada um de nós tem seu jeito de ser e suas manias e reunir isso tudo num mesmo compartimento, por vezes, é bastante perigoso. No meu caso, posso dizer que sempre tive sorte nesse aspecto, seja na vez que morei com mais dois grandes amigos, quando escolhi a pessoa com quem casei, ou mesmo agora, quando me juntei a outros três brasileiros que trabalham comigo aqui no Timor, para dividirmos uma casa.

Em meu atual “lar doce lar”, convivo com um baiano que jura que é gaúcho (mas eu ainda acho que é argentino…), um paulista e um paraibano. São culturas, gostos e costumes bem diferentes, porém, manias e chatices à parte, a convivência tem sido não só suportável como também agradável. Clique aqui e leia mais…

É o seguinte:

Postado em Crônicas do GUS com as tags em 24 Setembro 2009 por Augusto Vilaça

Meus prezados amigos e leitores,

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a vocês por terem me acompanhado por todo esse tempo.

Bom, estou entrando em uma fase meio corrida ultimamente. No trabalho, perdemos alguns companheiros para outras seções e as tarefas deles tiveram que ser redistribuídas, ao mesmo tempo, estou participando de alguns cursos e isso tem consumido boa parte do meu dia.

Diante disso e como forma de assegurar que não estarei escrevendo qualquer porcaria (procuro escrever bobagens e maluquices, mas não porcarias) só para cumprir tabela, reduzirei as publicações para uma vez por semana, às segundas-feiras. Espero que me entendam e que continuem fiés ao Blog, pois vocês, meus caríssimos amigos e leitores, são a razão da existência deste site.

Aguardo todos aqui na próxima segunda!

Do Timor, com aquele carinho de sempre,

Gus

Díli, 24/09/09